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Resumo do encontro de 15/04/2025 sobre: Sinceridade de intenção e sinceridade de presença.

Comunidade Aprendentes, por Marcelo Oliveira, Psicólogo. Meditação e Desenvolvimento Humano. Um espaço para reflexão sobre a vida e o viver. Um recorte do Encontro dessa terça-feira, às dezenove horas, dia quinze de abril de dois mil e vinte e cinco, com o tema: "sinceridade: de presença e de intenção. Os desafios da coragem e da sinceridade de tocar o presente em relação aos desafios daquilo que pretendemos. (temas inclusos: Aceitação, clarificação de valores, autocompaixão, Kieekegaard, e o que mais surgir. :)".


Marcelo pede para considerarmos "fazer parte do Eduzz, para ajudar o canal :)".


Marcelo indaga: Como é "ser sereno"? Qual é o "lugar" pra se estar? Ficar nervoso é errado?

Um ponto: a agressividade existe por uma razão específica. Às vezes precisamos ser precisos no tom; ou remoer, ou exagerar na resposta...evoluir como ser humano na dosagem precisa. "É um trabalho pra vida toda". Quando alguém vem abusar do seu querer, você tem que dar um basta e ser agressivo aqui". O uso sábio e compassivo da força, termo certo "uso protetor da força". Muitas vezes precisamos da força agressiva para "proteger" alguém de perigo iminente, seja empurrando/chutando, para evitar possível acidente ou gritar pra isso.


"Como você quer lidar com suas fraquezas, independente disso, o que você quer ser?"


Imagine que você está com oitenta e nove anos. A medicina avançada e tudo mais; em cima dum exercício de reflexão, Marcelo propõe a fecharmos os olhos, fazermos respirações mais profundas. Pensarmos no ambiente, nos convidados...e que uma pessoa querida decide fazer um discurso sobre você. "Como é escutar a visão dessa pessoa sobre o que você viveu até aqui?". Outra pessoa querida também vem falar palavras sobre os seus 89 anos. Imagine tudo o que viveu, como foi ouvir essas palavras sobre você?


Marcelo dividiu as pessoas em grupos menores para conversarem sobre o que sentiram. As reflexões foram interessantes e me coloquei numa escuta atenta ao registro de questionamentos internos: será que vou terminar sozinha na vida? Me imaginei com meus amigos atuais, será que eles tinham "pouco" a falar de mim? Será que fiz poucas coisas nesses anos todos? Mari é da Colômbia, mas não se imagina até 89 anos, talvez, num lar de idosos, "tenho medo de viver sozinha"? Rafaela comenta sobre o pai com 84, ativo, com redes sociais, fisicamente, mentalmente, que está muito bem e que se ela chegar assim, ok!


Marcelo cita a "Clarificação de valores", como exercício em que a pessoa pondera conscientemente num autoquestionamento: O que eu quero cultivar na minha vida hoje? O que eu quero pro meu caminhar? E quais valores quero pra minha vida hoje? É importante pra viver bem, não ser assombrado por tantos valores.


Marcelo questiona: Alguém quer ser assaltado? Alguém quer doença terminável? Compartilhamos dos mesmos medos. É raro um avião ou elevador caírem, do mesmo jeito; e cita o caso "assustador" das jovens que morreram atropeladas na faixa de pedestre, semana passada. Link: https://g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/noticia/2025/04/10/mulheres-morrem-atropeladas-grande-sp.ghtml


E se formos parar pra pensar. O que está na nossa mão? Chegar cedo, deixar o carro no estacionamento, andar só de uber...potencializar as chances de não ser assaltado. Se eu tenho medo de estar sozinho na velhice, eu posso potencializar: cuidar do meu financeiro, saúde física e mental...quantas pessoas sozinhas na velhice e que tem sete filhos, ou outras que estão sozinhas e gostam disso. Precisamos "acreditar" na vida.


Marcelo cita uma tirinha do Snoopy, "um diz a gente vai morrer. Sim, mas em todos os outros não". Link: https://www.kwai.com/discover/um-dia-n%C3%B3s-vamos-morrer-snoopy?lang=pt-BR


Marcelo continua a pesquisa: Quem tem medo de borboleta? Qual a diferença de você, para a pessoa que tem fobia de borboleta? Fica pensando nisso; imagina o tanto de energia mental que coloca no medo, "ruminando" e vai ficando maior. Na mente dela criou o medo borboleta. O medo da velhice do mesmo jeito. Se eu coloco muita energia mental no que tenho medo.


Não tem outro caminho, a não ser enfrentar o medo. É impossível vencer todos os nossos medos.


Marcelo comenta sobre o que a Vera colocou no chat: "ter bom humor na velhice"(...) "As UTIs estão lotadas de mortos vivos...Ana Claudia Quintana Arantes, e o livro A morte é um dia que vale a pena viver". Boa flexibilidade financeira e muita coisa que gente pode construir. Escolher como quero morrer. Conquistar nossas habilidades socioemocionais, com diferença grande em conviver com pessoas agradáveis e pessoas desagradáveis, dominar suz própria presença, encontrar companhia: com livro, num parque, consigo estar acompanhado com a história do mundo.


Marcelo diz: "Vou trazer mais conteúdo sobre a finitude e a velhice. O que cultivei no mundo, enquanto vivo?". O terror que a gente cria na nossa mente às vezes é muito maior. Preciso desenvolver coragem de viver a vida hoje.


Mari lança a pergunta: "Por que existe a velhice se ela não é funcional? Pra que viver dando trabalho?". E a Vera diz que pra gente aceitar a morte, o envelhecimento é a parte ruim que vem antes, pra te preparar.


"Nosso objetivo de vida é evoluir a tal ponto que o nosso coração fique em paz."


Marcelo conta que tem medo de ficar surdo, não ouve msis do ouvido direito, ele ama música, e diz: "o Aprendentes tem até uma playlist no spotfy".


Marcelo cita a banda inglesa, Uriah Heep. Link: Uriah Heep https://g.co/kgs/KsxwWLe


Marcelo cita Osho, existe três maneiras de chegar na vida: angustiante (arrependimento, medo, briga). Uma certa conformidade com a vida. E aquela pessoa que olha e diz: "uau, que vida!". Lidar com o financeiro, com o corpo. "Um bom amanhã, começa com um bom hoje". A sinceridade de intenção tem que guiar o nosso presente. Qual é o meu medo? O que posso fazer em relação a isso?


"Atingir o seu máximo, enquanto vida. Quando não me desenvolvo na vida, ela fica curta."


Marcelo pede que olhemos a nós mesmos, com coragem e de maneira precisa, se desenvolvendo em si mesmos(as), com sinceridade de presença em olhar pra si, do tamanho que se é, com sinceridade de intensão.


Citei o filme: "A Última Palavra" em que uma senhora contrata uma moça para fazer seu obituário, enquanto ela ainda estava viva, e na terceira idade, a senhora começa a reconstruir sua "história de vida". Ainda dá tempo? Link: A Última Palavra https://g.co/kgs/fWeFwf9


Marcelo agradece a quem faz as doações para o projeto, agradece a quem compartilha nas redes, agradece a quem convida à Comunidade Aprendentes e faz convite ao seu Curso: "Gerenciamento Emocional e Saúde Mental" com nova turma em 07 de maio, para quem já fez também, e quem já assina, está inclusa a participação VIP. Link: https://www.gerenciamentoemocional.com.br/curso-gerenciamento-emocional



@comunidadeaprendentes

@marcelomind

Marcelo Batista de Oliveira


Para quem quiser pagar um café para o Marcelo, seu pix: 11972615616

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