Resumo encontro 14/10/2025 sobre Perigos do conforto e segurança do viver
- Comunidade Aprendentes
- 23 de out. de 2025
- 5 min de leitura

E no Aprendentes dessa noite de terça-feira, catorze de outubro de dois mil e vinte e cinco, véspera do "Dia do Professor", Marcelo recebe seus convidados ao som de "Blaze of Glory" e "Miracle" do Jon Bon Jovi, inspirado na trilha sonora do Filme "Jovem Demais para Morrer"; e "Repetition" um clássico dos anos 80 e o terceiro single do álbum Information Society, para a conversa reflexiva sobre: "Os perigos do conforto e segurança no viver".
Como nada é por acaso em estarmos no Aprendentes, Marcelo indica um filme de 2013: "Carrie, a estranha"; a primeira adaptação cinematográfica de uma obra de Stephen King. Link: Carrie - A Estranha https://share.google/WPMKfQ72izq2MqXE3
"Ler um livro técnico, revezando com um romance de Gabriel García Márquez e aprendendo um pouco sobre a natureza humana"; Marcelo compartilha conosco seus gostos.
Marcelo questiona o que podemos aprender com essas quatro histórias de violências graves contra as mulheres, escritas por Stephen King, como em "Rose Madder" mostrando o medo e o trauma na violência doméstica; ou em "Dolores Claiborne" que retrata o desespero na busca pela autodefesa diante dos abusos; ou ainda "Um bom casamento" (conto de Escuridão Total Sem Estrelas)? E responde: "Aprendi sobre a arte dele; a sincronicidade da vida; as inspirações. Um dos maiores escritores de todos os tempos. E O iluminado?". Link: O iluminado
Marcelo cita os filmes/livros: "Um sonho de liberdade", inspirado no livro "Quatro Estações" de Stephen King; e "A espera de um milagre". Link: À Espera de um Milagre https://share.google/UCJK8kcKToNhvDNbj
"A vida de Chuck" retrata a história de apocalipse. Link: Injustiça, esperança e redenção são temas tratados no filme “Um sonho de liberdade” – Arte de Escrever – Por Ellen Costa, jornalista e escritora https://share.google/6Yi6cpFwuVKEDeWNg
Quando entramos em contato com o que não faz parte da nossa "zona de conforto" e da nossa "segurança", e pensamos em algumas passagens do mundo, quebramos barreiras internas do nosso comodismo. Marcelo cita São Francisco de Assis, que após viver os terrores da guerra, volta transformado e sensibilizado por aquelas dores: "Onde houver ódio, que eu leve o amor". E Gandhi que se não tivessem jogado ele dum trem, por racismo, na África do Sul, por recusar-se a sair dum vagão de primeira classe; ele não teria iniciado sua luta contra a opressão racial por meio da resistência pacífica.
"São inúmeros casos e milhares de pessoas que morreram na 2a Guerra Mundial, um momento de dor gigantesco, muito sofrimento; para estarmos vivos hoje com nossos mais de 45 anos, e com todos os avanços tecnológicos".
Marcelo conta que sua mãe está indo pro Peru; e questiona o grupo, como os incas se desenvolveram tanto? E responde: com a Agricultura avançada e sofisticada em terraços e irrigação; engenharia e arquitetura impressionantes.
"Um ponto: as passagens sociais e históricas, as figuras religiosas que mostram que, a partir do sofrimento, há um "estado" de melhora". Marcelo fala dos danos "gigantescos" pra vida em criar uma criança mimada; com um contraponto bem interessante: a gente procura conforto e segurança; mas a vida traz um nível de desconforto e pergunta: É um "Ode ao Sofrimento" num: "vamos sofrer"? Responde: "O sofrimento que traz crescimento, vem de forma passiva, e junto a barganha, a raiva, o luto. Existe uma fase das etapas do luto: além da negação, da raiva, da negociação; depressão; "o florescer".
Marcelo pergunta ao grupo quem gosta de arrumar a casa? E reflete que a harmonia é uma busca importante para o ser humano.
"Eu teria meditado tanto se a vida não tivesse batido forte?".
Magda questiona Marcelo no chat: "Você monta a mesa pra fazer a refeição?" E ele assume não gostar nada de arrumar, mas a refeição é um rito; "Tive chance de desenvolver algumas habilidades".
Conta que Obama fala sobre seu pai que foi embora quando ele tinha dois anos e a mãe queria dar educação melhor acordando às 4:30 da manhã, na Indonésia. A partir do desconforto; adquiriu uma oratória num nível...
Marcelo cita Crayon Shin Chan: "Quanto sofrimento é necessário?" E responde: "não muito"; e afirma que precisamos perder um pouco do medo e agradece pelo sincretismo religioso recebido por sua família. "No espiritismo, "estamos aqui para morrer" pagar o preço do viver".
Fez uma "fofoca" sobre uma pessoa próxima da família, que separou depois de 40 anos; para questionar o grupo: 1) "Com a idade que estou, ter que aprender a viver só?".
A "Segurança e o Conforto que as pessoas procuram. Um viajar sozinho é sempre desafio e quebra do conforto; a Rosi, uma "Viajante Solo". Estar consigo é sempre desafio. Estar com alguém é sempre fácil.
Cada vez que você enfrenta isso sozinho fica uma vírgula do "eu sou mais meu". Caminhar mais de 30 km subindo até Manhattan de novo". Marcelo compartilha um pouco da sua última viagem.
"O importante: o perigoso não é o relacionamento. Os filhos se tornam ferramenta de desenvolvimento nessa área da vida. Não está tão alinhado; estamos mais ináptos. Esse conforto atrapalhando o nosso caminhar e deturpando o nosso olhar pra vida. A gente briga com o nosso eu de agora. Temos que nos adaptar à vida. Anos atrás, a vida não era tão confortável".
Marcelo indica conhecer um Castelo em Londres. A realeza sabia dançar, tocar, cantar, prosear, bordar, pintar... "Estamos hoje, virando quase uma massa disforme. Por que o transtorno mental é um voltar aprender a viver?".
"O flerte não é mais presencial com os aplicativos". Marcelo pergunta ao grupo, quem chorou no filme Cidade dos Anjos?
"Nosso guia, está no modelo de segurança e hiper conforto".
O Centro e Polo Cultural forte: em Belém, na época do Círio; Manu do grupo é de lá; e a namorada do Marcelo está lá com a amiga. Ele pergunta: "O medo deixa?"
"As ferramentas envolvem sair da zona de conforto e "tocar alguns medos", se fortalecer. E cada passo, uma apropriação de si como entendimento".
Marcelo afirma que o comodismo nos deixa mais rígidos e que segundo pesquisas, a mulher é mais vulnerável a viver sozinha nos primeiros 30 anos, e na meia idade a mulher se torna mais hábil.
Marcelo conclui: "Vamos atrás da vida!". Viver de fato dá medo mas é o caminho de se desenvolver e quebrar um pouco a zona de conforto. "Viajar sozinho é uma das melhores ferramentas sendo o viajar em família: partilha; viajar com o amor da vida: comunhão"; viajar com os amigos: diversão".
Marcelo agradece a presença de todos e todas, os convites ao grupo e os compartilhamentos nas redes, marque:
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Marcelo Batista de Oliveira
Para quem quiser pagar um café para o Marcelo, seu pix: 1197261561600

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